Pra quebrar o gêlo
A gente sorri.
Pra quebrar o gêlo
A gente anima.
Pra quebrar o gêlo
A gente afaga,
Mas às vêzes se afoga
No gêlo do copo.
E o corpo estremece,
O silêncio entorpece,
Enquanto o olhar adormece,
No sonho que não se esquece.
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