Quem sabe,
Quem não sabe,
Quem crê,
Quem vê.
Um dia quem sabe, Nietzsche.
Um dia quem não sabe, solidão.
Um dia quem crê, acredite.
Um dia quem vê, coração.
Do aperto, um começo.
Do acerto, um apreço.
Da vaidade, conceção.
Da verdade, emoção.
Do livro, só a aba.
Da pose, só acaba.
Da viagem, só a ida.
Da linguagem, só a vida.
Na rotina, um encontro.
Na esquina, um confronto.
Na novena, um caminho.
No poema, um carinho.
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